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A palavra do presidente

O processo de descentralização de competências em curso deve assentar num processo de mudança, gerador de valor acrescentado, para que as novas competências, atividades, processos e decisões, assumam uma escala supranacional, tendo por base plataformas tecnológicas que permitam a utilização de base de dados que proporcionem ganhos, não só para as autarquias locais, mas também para os cidadãos, pessoas e populações, designadamente na prestação de serviços de qualidade, custos mais reduzidos e rapidez nas decisões.
Contudo, ao referido processo não pode ser alheio não só a integração gradual do mundo físico com a transformação digital, mas também uma forte aposta na formação, de forma a permita resolver o problema relacionado com o envelhecimento de trabalhadores, técnicos e dirigentes e, consequentes aposentações, bem como a inerente transmissão de conhecimentos e experiências, de forma a integrar os novos colaboradores da próxima geração.
É neste contexto que o reverse mentoring surge como uma alavanca simples, mas eficaz, designadamente na transformação digital dos territórios.
Com efeito, esta nova ferramenta tem vindo a ser utilizada em ambientes de desenvolvimento humano, designadamente quando profissionais mais velhos ensinam os mais novos oferecendo conhecimentos e experiências adquiridas durante longos anos e onde a mentoria reversa, tendo em conta os avanços tecnológicos na área do digital, passa a tratar aquela situação de forma diferente, ou seja, os mais jovens (mentores), oferecem novas perspetivas para os colegas com maior antiguidade, configurado num processo de aprendizagem inovador e intergeracional.
O mentoring é, assim, um processo de transformação digital que tem como objetivo o desenvolvimento e valorização profissional de todos os intervenientes, quer sejam os mentores, quer sejas os líderes e os trabalhadores mais eficientes.
Um melhor desempenho de qualquer organização, jamais será um trabalho de uma só pessoa, mas sim de constantes trocas de experiências entre mentores e líderes, não só ao nível profissional, como pessoal.
A mais-valia da mentoria reversa é que cada trabalhador é expert em determinado assunto/matéria/atividade e deve ser ouvido pelos restantes colaboradores. Quanto maior for a multiplicidade de conhecimentos, maior será a diversidade de talentos, pensamentos, ideias e, consequentemente, um maior e melhor conjunto de soluções.
É esta prática que a ATAM tem vindo a ensaiar, juntando um conjunto de especialistas nas áreas do direito, urbanismo, contratação, contabilidade, recursos humanos, gestão, informática, etc... fomentando a discussão e a procura das melhores soluções, perante a panóplia de problemas que têm vindo a ser diagnosticados na área do poder local.
Todavia, a transformação digital passará agora a estar na agenda prioritária da formação da ATAM, pelo que iremos em busca de novos projetos formativos de forma a poder satisfazer um conjunto alargado de necessidades formativos que já nos começaram a chegar.

 

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