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A ADSE precisa de mais cem mil beneficiários para sobreviver

Cidade Online

 

02-03-2019

 

A ADSE precisa de mais cem mil beneficiários para sobreviver

A ADSE precisa de mais cem mil beneficiários para sobreviver. A informação é avançada hoje pelo Diário de Notícias (DN) que revela um relatório que foi entregue ao governo e que diz que, para a ADSE sobreviver, é preciso aumentar o número de contribuintes, ter apoio do Orçamento do Estado e combater as fraudes.

O estudo elaborado pelo Conselho Geral e de Supervisão da ADSE sublinha que a sobrevivência da ADSE impõe que sejam tomadas medidas "urgentes". E essas medidas devem passar pelo alargamento a cem mil trabalhadores com contratos individuais na administração pública, bem como pela adoção rápida de instrumentos de controlo da despesa e dos "consumos excessivos promovidos por prestadores e mesmo a fraude". E se se fizer isto tudo, só se consegue garantir a sustentabilidade do sistema até 2023.

O documento de dezembro de 2018, a que o DN teve acesso, foi acompanhado por uma proposta de decreto-lei com vista ao alargamento da ADSE, de forma a garantir a continuidade do sistema de saúde dos funcionários públicos. O relatório considera que 50% desses novos contribuintes poderão vir da área da saúde, setor em que as idades contributivas são apelativas para um sistema que se depara com o envelhecimento e consequente aumento de despesas médicas dos seus beneficiários. O alargamento também já tinha sido proposto pelo Tribunal de Contas numa auditoria em 2016.

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